Inaugurado crematório para servir dez concelhos da região de Leiria

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A Servilusa – Agências Funerárias, inaugurou no passado dia 18, o seu novo crematório em Leiria. Um equipamento que fica ao serviço e disponível para os dez municípios da Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria: Alvaiázere, Ansião, Batalha, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Leiria, Marinha Grande, Pedrógão Grande, Pombal e Porto de Mós.
Trata-se de um espaço com capacidade para até seis cremações por dia, permitindo assim um “crescimento significativo” relativamente às mais de 4.600 realizadas pela empresa, em 2018, nos seus crematórios, anunciou a empresa.
Oito meses após o início da sua construção, seguidos de dois meses para instalação de equipamento e acabamentos, no âmbito de um concurso promovido pela CIMRL e que prevê uma concessão por 20 anos, o novo crematório Servilusa veio criar quatro postos de trabalho novos – dois postos directos no novo centro funerário e dois postos de trabalho indirectos.
O projecto, que implicou um investimento de um milhão de euros, de autoria do arquitecto António Mota, além de um forno crematório, inclui uma sala de cerimónia religiosa, sala de despedida, recepção, salas técnicas. Tudo num edifício com 370 metros quadrados de área, um jardim da memória com 30 metros quadrados, para depósito de cinzas, e estacionamento, num terreno de 1.200 metros quadrados.
Paulo Carreira, Director-Geral de Negócio da Servilusa, revela que “a tecnologia de última geração dos nossos crematórios, com três câmaras de combustão, uma delas apenas para segunda queima de gases, conjuntamente com a chaminé de 10 metros, filtros e procedimentos rigorosos, garantem uma queima limpa e sem emissão de resíduos para o ambiente”. E sublinha que “esta é uma área onde a Servilusa é totalmente autónoma, com competências desde a concepção e especificação, até a instalação e manutenção especializada”, adianta.

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Ingressou no jornalismo, em 1989, como colaborador no extinto “Pombal Oeste” que foi pioneiro na modernização tecnológica. Em 1992 foi convidado a integrar a redacção de “O Correio de Pombal”, onde permaneceu até 2001, quando suspendeu a profissão para ser Director de Comunicação e Marketing de um grupo empresarial de dimensão ibérica. Em 2005 regressou ao jornalismo, onde continua, até aos dias de hoje, a aprender. Ao longo destes (largos) anos de actividade, atestados pelo Carteira Profissional obtida em 1996, passou por vários jornais, uns de âmbito regional e outros nacional, onde se inclui o “Jornal de Notícias” e “Público”. Foi convidado a colaborar, de forma regular, com o “Pombal Jornal” onde se produz conteúdos das pessoas para as pessoas.