Quatro notas (que a vida não dá para mais!)

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Nuno Oliveira

Nota 1: Durante a minha ausência de Pombal parece que voltou a haver cinema na cidade. Porém foi sol de pouca dura… O cartaz com o filme que já passou continua exposto mas não há anúncio de novas sessões. Por este andar, talvez lá para Fevereiro apareça qualquer coisa.

Nota 2: Na semana passada assisti à apresentação do novo livro da sempre jovial Maria Luís Brites. “Avatares à Solta” é um romance que interliga as histórias de duas personagens. Uma vivendo na Alemanha nazi e outra por cá, ou no Paralelo 41 como escreve a autora. Não gosto de recomendar nada que ainda não tenha lido, visto ou ouvido, mas fica aqui a nota de que a obra já anda por aí. E se a coisa, que é como quem diz a venda, até correr bem, outras há que poderão sair do computador e ver a luz do dia.

Nota 3: Independentemente dos gostos de cada um, deixo aqui uma nota de apreço pelo concerto dos Jáfumega no Teatro-Cine. Os bilhetes eram gratuitos, é certo, mas nem sempre isso é sinónimo de lotação esgotada, como aconteceu. O público vibrou, isso foi notório, e registo com agrado a prestação de um pombalense, o Vaskinho, convidado da banda para o espectáculo. Parece que os elogios não foram só meus (escusas de me dar os cinco euros), pois ouvi dizer que os próprios Jáfumega ficaram bastante surpreendidos com a sua prestação. E parece que nem ensaios houve…
Segue-se Luísa Sobral e Cuca Roseta nas próximas semanas.

Nota 4: Nunca fui apreciador de Carnavais nem outras coisas que tais. E uma dessas coisas é o Halloween. No meu tempo de meninice isso não existia. Agora é mais uma oportunidade para se fazer negócio e para uns moçoilos e moçoilas fazerem umas traquinices pela cidade, muitas vezes provocando danos a terceiros. Será noite para me resguardar debaixo de tecto, não vá o Diabo tecê-las.