Alvaiázere apoia abertura da base de Monte Real à aviação civil

0
1962
Abertura da base aérea de Monte Real à aviação civil

A Câmara de Alvaiázere defendeu a abertura da Base Aérea de Monte Real (BA5) à aviação civil e anunciou que decidiu apoiar uma petição pública criada com esse objectivo.
O executivo municipal, presidido por Célia Marques, deliberou por maioria, com uma abstenção, subscrever a petição ‘online’ a favor da abertura da BA5 à aviação comercial. Um documento dirigido ao Presidente da Republica, Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da Assembleia da Republica, Eduardo Ferro Rodrigues, e primeiro-ministro, António Costa.
Os promotores da iniciativa pretendem que a Base de Monte Real, no concelho de Leiria, “seja dotada das infra-estruturas necessárias para permitir a regular utilização” por aviões civis e comerciais. “Os sucessivos governos têm protelado a celebração de contratos efectivos para viabilizar esta pretensão antiga e justificada da população, entidades e instituições da região Centro de Portugal, inviabilizando uma possível complementaridade à aviação militar que, apesar de se assumir como estratégica para o país e para a NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte), oferece escassos benefícios à economia da nossa região”, sublinham.
Monte Real pode constituir “uma alternativa séria ao aeroporto de Lisboa ou mesmo do Porto”, quando a região “necessita de infra-estruturas de forma a alicerçar o crescimento sustentável a médio e longo prazo, num território em que está localizada boa parte das empresas nacionais que revelam maior vocação exportadora”.
“Existe um universo de 2,4 milhões de habitantes e mais de 73 mil empresas que podem beneficiar directamente deste equipamento”, preconizam na petição, subscrita até hoje por mais de 950 pessoas.

Partilhar
Artigo anteriorAplicações sensibilizam para malefícios associados ao consumo de droga
Próximo artigoDia Mundial da Poesia celebrado com obra pombalense
Ingressou no jornalismo, em 1989, como colaborador no extinto “Pombal Oeste” que foi pioneiro na modernização tecnológica. Em 1992 foi convidado a integrar a redacção de “O Correio de Pombal”, onde permaneceu até 2001, quando suspendeu a profissão para ser Director de Comunicação e Marketing de um grupo empresarial de dimensão ibérica. Em 2005 regressou ao jornalismo, onde continua, até aos dias de hoje, a aprender. Ao longo destes (largos) anos de actividade, atestados pelo Carteira Profissional obtida em 1996, passou por vários jornais, uns de âmbito regional e outros nacional, onde se inclui o “Jornal de Notícias” e “Público”. Foi convidado a colaborar, de forma regular, com o “Pombal Jornal” onde se produz conteúdos das pessoas para as pessoas.