Casa Varela

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1968

Nuno Oliveira

Por estes dias a Casa Varela tem ganho vida. Para bem de Pombal e de todos nós. Não sei qual vai ser o futuro do espaço, mas acho que aquele património, de alguma forma, terá de estar disponível para a população. Assim a população o queira usufruir…
O Bodo marcou o arranque do projecto Ruturas, que neste mês de Agosto tem continuidade. Mas deixando para trás o que já passou, e uma vez que a publicidade que vejo é apenas nas redes sociais, aproveito este espaço que me é oferecido para divulgar o que aí vem. E já amanhã, sexta-feira, a noite é será marcada por poesia e dança, terminando em grande com a actuação da banda de Coimbra “Birds are Indie”. Difícil é, pela escrita, convencer os leitores de que vale a pena escutar este grupo. Por isso fico-me pelo “vale, sim senhor!”. Na noite seguinte os temas serão a fotografia e o cinema, com o concerto final a estar a cargo dos Gondawa. Já domingo celebra-se o Dia Mundial da Emigração no que se espera seja uma jornada de convívio e partilha.
E pegando ainda na passagem dos Birds are Indie por Pombal, recordo-me de algumas bandas e artistas que actuaram em Pombal, alguns em fases iniciais das respectivas carreiras, passando quase despercebidos. The Gift (Biblioteca), Ornatos Violeta e Dead Combo (Jardim do Cardal), Noiserv e Melech Mechaya (Celeiro do Marquês), Clã (Expocentro), A Naifa e Dazkarieh (Largo da Biblioteca), The Legendary Tiger Man e Mazgani (Café Concerto), só para citar alguns, tiveram bastante menos público do que mereciam. Por isso, apareçam. Usufruam!