PLACOGESSO remodela instalações para optimizar as melhores soluções técnicas

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Atenta à evolução do mercado, a PLACOGESSO tem procurado, ao longo dos anos, corresponder às exigências dos clientes, o que lhe permitiu conquistar uma posição cimeira nas suas áreas de actuação.

Nessa medida, o grupo empresarial especializado em produtos na área dos isolamentos acústicos e tectos falsos, divisórias e revestimentos de paredes em gesso cartonado, e do qual fazem parte as empresas Placogesso, Pregimac e Bricoplak, deu mais um importante passo na sua estratégia de atuação com uma remodelação profunda em todas as lojas, quer nas áreas de atendimento quer no BackOffice, onde sobressai uma imagem comum a todas elas.
No âmbito dessa reestruturação, a PLACOGESSO deixou para trás as tradicionais áreas de exposição e atendimento ao público e optou por showrooms modernos, com uma forte componente técnica, permitindo ao cliente fazer opções em consonância com as características de cada produto.
“A nossa intenção, com estas obras, é que as lojas deixem de ser espaços convencionais de materiais de construção, para fazerem uma maior aposta em produtos mais técnicos, de valor acrescentado”, explica Sérgio Ferreira. Para isso, o grupo empresarial contou com o apoio da Knauf, marca da qual são representantes.
A primeira remodelação foi levada a cabo em Leiria, onde está localizada a BRICOPLAK, e o feedback foi muito satisfatório. “Teve um resultado agradável”, avança Sérgio Ferreira, irmão de Michel Ferreira, a dupla de gerentes do grupo empresarial, filhos do casal fundador – Maria e Manuel Ferreira -, que continua, diariamente, a ’dar cartas’ na gestão da empresa.
Nos renovados expositores, “os clientes, junto de maquetes técnicas, conseguem ver todas as características dos produtos e, posteriormente, fazer a recomendação em obra dos produtos”, explicam Sérgio e Michel. “O nosso objectivo é fazermos chegar ao cliente a mensagem que nos é passada através do fornecedor”, bem diferente daquela que é transmitida através de um simples catálogo.
É precisamente no edifício da PLACOGESSO, ‘berço’ do grupo empresarial, que estas mudanças são mais evidentes. “Em Pombal, a PLACOGESSO estava a precisar de obras, quer no BackOffice quer na exposição, e decidimos fazer um projecto algo diferente, na esfera das nossas empresas, com grande enfoque na qualidade e prestígio”, explicam os irmãos. “Na parte de acesso ao público, mostramos uma exposição altamente evoluída, com materiais técnicos muito actuais e a pensar no futuro”. Contudo, referem os mesmos responsáveis, “a nossa base, nesta loja, foram os tratamentos acústicos. Damos aqui o exemplo de um tecto diferente, com tratamento acústico de divisões, o que permite melhorar o espaço comercial, sejam escritórios, salões, restaurantes, por exemplo”.
A PREGIMAC será a próxima empresa a sofrer actualização nas suas instalações, o que irá acontecer durante o próximo ano.
“Um investimento muito grande e voltado para o futuro”, mas que vai permitir à empresa “chegar onde queremos chegar, que é crescer”, sempre “com a ajuda dos nossos colaboradores”.
Na esfera do BackOffice, a PLACOGESSO quis, de igual modo, “dar um passo à frente”, o que está patente nas alterações feitas ao nível dos escritórios. Atenta à inovação e às tendências que ditam o mercado, a PLACOGESSO dispõe, agora, entre outras, de uma sala de formação para os colaboradores, mas que permitirá, também, dinamizar ações junto de profissionais que acompanham as obras (engenheiros, arquitectos, aplicadores, etc.).
Ainda que reconheçam que os materiais de cariz mais técnico possam estar associados a custos acrescidos, a dupla de empresários diz que é preciso desmistificar essa barreira e esclarecer o cliente sobre as vantagens relativamente aos convencionais, mesmo que estes últimos sejam os mais vendidos. “Ao investir num isolamento mais técnico, é possível ter melhorias no aquecimento ou na acústica”, esclarecem. Nessa medida, “o que se pretende é passar essa mensagem, para que as pessoas sintam que este investimento tem um retorno a médio e longo prazo”.

A criação de um escritório em modo ‘open-space’ foi outra das mudanças introduzidas no BackOffice. “Enquanto antigamente utilizava-se uma barreira entre entidade patronal e funcionários, e cada um trabalhava no seu escritório, nós aqui fazemos ao contrário. Estamos todos juntos, formamos uma equipa de trabalho e temos de estar todos interligados no mesmo espaço”, explicam Sérgio Ferreira e Michel Ferreira, que apontam as vantagens. “Com esta forma de trabalhar, temos muito mais capacidade de resposta. O cliente faz a encomenda e passado meia hora o carro já está a sair para fazer a entrega. É um processo muito mais rápido e que nos torna, consequentemente, mais competitivos. Perante os nossos clientes, o que nós queremos é que eles tenham um parceiro no negócio que seja capaz de responder às exigências e apresentar soluções”.

Na PLACOGESSO, a valorização da capacidade de resposta perante o cliente está na linha da frente.

Os investimentos do grupo empresarial PLACOGESSO não ficam pelas obras nas infra-estruturas. “Também temos vindo a fazer uma grande aposta no nosso serviço de entregas. Há cerca de dois anos, adquirimos um camião-grua, com mais capacidade em altura, que nos permite chegar ao terceiro andar, o que é uma mais-valia para os nossos clientes. Em breve vamos receber mais um camião, mais pequeno e para obras de menor dimensão”. Para a dupla de empresários, “o cliente está em primeiro lugar e, por isso, estamos sempre a actualizar as nossas ferramentas de trabalho, para prestar o melhor serviço”.

Historial e mercado de actuação
A história do grupo empresarial PLACOGESSO remonta a 1992, altura em que Maria e Manuel Ferreira fundam a Placogesso, nas Leais, Flandes (Pombal), junto ao IC2. Em 1997, o casal de empreendedores dá um novo passo e abre a PREGIMAC, em Vila Nova da Barquinha. No ano seguinte, o crescimento dita a expansão para Leiria, onde se mantiveram em instalações arrendadas até 2004, ano em que adquirem um espaço próprio e fundam a BRICOPLAK.
Com 29 anos de existência, o grupo PLACOGESSO conta hoje com uma equipa de 16 colaboradores (incluindo o casal fundador e os dois filhos), formada por técnicos habilitados a prestar esclarecimentos, apoio técnico em obra e de lançamento de orçamentos, a quem a gerência atribui um papel fundamental para a prossecução dos objectivos.
Fora da zona Centro do país, principal mercado de actuação, a PLACOGESSO opera também um pouco por todo o país. Em 2020, o grupo fechou o ano com um volume de fracturação na ordem dos quatro milhões de euros, número este que deverá ultrapassar os cinco milhões em 2021.
Para este sucesso contribui a forte aposta na proximidade ao cliente, que exige grande capacidade de resposta a todos os níveis. “Quanto mais depressa apresentarmos a solução, mais depressa podemos fazer a venda e entrega de material”, evidenciam. Nessa esfera encontra-se a capacidade de stock, que permite entrega imediata em todas as situações, apoiada numa rede eficiente de transportes.
Relativamente à actual conjuntura, Sérgio e Michel Ferreira reconhecem que o sector da construção não tem sido afectado pela crise de saúde pública. “Os negócios estão a crescer, mas é também mérito nosso e da nossa equipa de trabalho”, afirmam. Contudo, “nos últimos meses, tem havido muita inflação dos produtos que, futuramente, terá consequências na economia”, advertem. “A título de exemplo, todos os nossos fornecedores têm os parafusos para as placas de gesso esgotados. Isto reflecte-se em duas coisas: em termos de stock, temos que investir muito mais. Depois, é a dificuldade em arranjar um produto e nos condicionar na venda. Se não tivermos parafusos para as placas de gesso, não vendemos mais nada. É algo simples, mas essencial”, explicam. Perante este quadro, os empresários não têm dúvidas de que “até ao fim do ano vamos ter um período bastante agitado, devido à falta de materiais, provocada pela inflação”. E os reflexos são já bem evidentes. “Há produtos a subir de 15 em 15 dias, o que faz com que seja extremamente complicado garantir o preço aquando dos orçamentos”, asseguram.

PUBLIREPORTAGEM publicada na edição impressa de 15 de Julho