Biblioteca implementa serviço de empréstimo ‘take away’

0
360

A Biblioteca Municipal de Pombal implementou um serviço de empréstimo domiciliário, em serviço take away, sem necessidade de contacto presencial, informou a autarquia. Este modelo de funcionamento cumpre “escrupulosamente com as medidas vigentes para a mitigação da Covid-19”, uma vez que evita aglomerações de pessoas e o contacto presencial.
De acordo com uma nota de imprensa, o Cacifo de Leituras apresenta-se como um serviço “diferenciador a nível nacional”, que recorre ao agendamento prévio e online, com recurso a um cacifo externo, dotado de aloquetes de código numérico.
“Com esta nova metodologia de empréstimo domiciliário take away, iremos permitir que o leitor, no horário que mais lhe convir e sem o risco de aglomeração de pessoas ou contacto presencial, ao invés do serviço de postigo, consiga levantar o seu livro no exterior da Biblioteca, mediante a utilização do código referente à gaveta do cacifo que lhe faremos chegar via correio electrónico”, explica o coordenador da Biblioteca Municipal de Pombal.
Assim, “a qualquer hora do dia, mesmo de madrugada, aquando das caminhadas higiénicas, passeio do animal doméstico ou numa ida às compras, o leitor poderá aproveitar para fazer o levantamento do livro, previamente depositado na porta do cacifo e de acordo com o código atribuído”, adianta Nelson Pedrosa.
Para o efeito, o leitor consulta o catálogo online (biblionet.cm-pombal.pt), escolhendo os documentos pretendidos (livros, CD ou DVD). Depois de efectuar a respectiva reserva (no catálogo online, pelo telefone 236210521 ou pelo email biblioteca@cm-pombal.pt), o utilizador recebe o número do cacifo e o código de três algarismos para a sua abertura, podendo levar o pedido a qualquer hora do dia.
A devolução é efectuada da mesma forma, mediante contacto prévio com a Biblioteca Municipal para obter um cacifo e o respectivo código para o efeito.
A iniciativa surge num momento em que as bibliotecas foram forçadas a encerrar as suas portas ao público, obrigando-as a “reinventar rotinas” para continuar a assegurar o seu importante papel social e formativo, “combatendo o isolamento, a exclusão e a desinformação”.