Quando a missa vespertina de sábado termina e as últimas pessoas começam a abandonar a Igreja do Cardal, para Cecília Ferreira e Helena Cabral a noite está apenas a começar. São cerca das 23h00. Pela frente têm várias horas de trabalho, dezenas de esponjas molhadas, centenas de flores e um andor com aproximadamente dois metros de comprimento por 1,20 metros de largura. Normalmente, só saem da igreja quando o dia já nasceu.
“Começamos a enfeitar o andor a partir dessa hora e nunca saímos de lá antes das 06h30 da manhã”, conta Cecília Ferreira, mais conhecida por Cila, responsável, há mais de 25 anos, pela decoração dos andores de Nossa Senhora do Cardal.
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