Renúncias, substituições e faltas marcam assembleias municipais

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Desde o início do actual mandato autárquico que a Assembleia Municipal de Pombal tem sido marcada, ao longo das 11 sessões já realizadas, por renúncias, substituições e faltas dos seus membros. Há eleitos que nunca estiveram presentes e outros que já renunciaram aos respectivos mandatos.
A bancada do movimento independente Narciso Mota Pombal Humano (NMPH) é aquela que já sofreu maior número de baixas. Diamantino Mendes foi o primeiro a renunciar ao mandato, em Dezembro de 2018, depois de ter faltado às duas sessões anteriores.
Na última Assembleia, a 13 de Setembro, a presidente da mesa anunciou a renúncia de mandato por parte de António Pires (entretanto empossado director do Agrupamento de Escolas de Guia), Maria Virgínia Leitão (que já tinha faltado a três sessões), Vera Fernandes e Tânia Freire, que embora não eleitas já tinham sido chamadas a substituir membros faltosos, nunca tendo comparecido. De referir que Sílvio Pedrosa Ramos já por duas vezes faltou à chamada para ocupar a bancada em regime de substituição.
Na bancada do Partido Socialista, o cabeça de lista Célio Fernandes tem sido um dos mais faltosos. Das 11 sessões já realizadas, o médico só esteve presente em duas. Os socialistas, que elegeram quatro membros, têm procurado substituir os membros faltosos, recorrendo aos elementos a seguir na lista candidata às eleições de 2017, mesmo que tenham tido algumas dificuldades até encontrar alguém disponível. Já aconteceu terem que recorrer a Aldina Pedro, que figura na 11ª posição da lista.
O CDS-PP, que elegeu dois deputados municipais, tem estado a substituir Henrique Falcão (que foi cabeça de lista) por Liliana Adelina Silva. Sobretudo, desde que foi eleita a nova estrutura concelhia do partido, liderada por Pedro Pinto, que, por sua vez, tem marcado presença nas sessões, substituindo o segundo eleito, Ricardo Ferreira.
Já a única eleita pelo Bloco de Esquerda, Célia Cavalheiro, só faltou à sessão de Junho de 2018, tendo sido substituída pelo terceiro da lista, João Daniel Ponte.
Na bancada da maioria PSD, há eleitos que nunca participaram em nenhuma sessão. É o caso de Andreia Marques, adjunta do Gabinete de Apoio ao Presidente (GAP) da Câmara. Aliás, tal como aconteceu no mandato anterior. Também Cláudia Duarte tem deixado de participar nas assembleias municipais, para a qual foi eleita, desde que foi designada Secretária do Gabinete de Apoio à Vereação. O mesmo acontece com Nuno Carrasqueira, que tem sido chamado a fazer substituição de membros faltosos, não tem ocupado a bancada, depois de ser designado Secretário do GAP. Edite Pascoal Silva, Conceição Anastácio e Felismino Carreira têm sido os substitutos mais assíduos.

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Ingressou no jornalismo, em 1989, como colaborador no extinto “Pombal Oeste” que foi pioneiro na modernização tecnológica. Em 1992 foi convidado a integrar a redacção de “O Correio de Pombal”, onde permaneceu até 2001, quando suspendeu a profissão para ser Director de Comunicação e Marketing de um grupo empresarial de dimensão ibérica. Em 2005 regressou ao jornalismo, onde continua, até aos dias de hoje, a aprender. Ao longo destes (largos) anos de actividade, atestados pelo Carteira Profissional obtida em 1996, passou por vários jornais, uns de âmbito regional e outros nacional, onde se inclui o “Jornal de Notícias” e “Público”. Foi convidado a colaborar, de forma regular, com o “Pombal Jornal” onde se produz conteúdos das pessoas para as pessoas.