PS quer ‘apurar os factos’ que levaram o presidente a retirar pelouros a vereador

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Odete Alves é vereadora pelo PS e lidera a comissão política concelhia do partido

O Partido Socialista (PS) de Pombal quer “apurar os factos” que estiveram na origem da decisão do presidente da Câmara Municipal em retirar os pelouros que estavam atribuídos ao vereador Pedro Brilhante, eleito pelo Partido Social Democrata (PSD). Os socialistas consideram que “em causa estão pelouros essenciais à gestão, manutenção e desenvolvimento do concelho.”
A posição do PS surge depois de a autarquia ter tornado público, através de uma nota de imprensa emitida ontem (quinta-feira, dia 10), que o seu presidente, Diogo Mateus, avocou a si os pelouros (Desporto, Tempos Livres e Lazer; Juventude e Empreendedorismo; Equipamentos Públicos; Agricultura e Florestas) que estavam atribuídos ao vereador deste o início do mandato, bem como as competências que lhes estavam delegadas e subdelegadas. No entanto, a nota não esclarece as razões que estiveram na origem daquela decisão.
Através de uma publicação na sua página da rede social Facebook, a Concelhia do PS diz ter tomado conhecimento da situação “primeiro pelas redes sociais e depois pelos órgãos de comunicação social”, adiantando que à sua vereadora, Odete Alves, “não foi dado pelo executivo camarário qualquer esclarecimento ou motivação para esta situação.”
“A Concelhia de Pombal do PS e os munícipes, ficam assim sem perceber que factos ou actos deram origem a esta súbita e inesperada decisão, qual a sua gravidade e que possíveis danos possam ter resultado para o interesse público”, frisa, acrescentando que “para um município que apregoa prémios e lavoures, incluindo de transparência, exigia-se maior informação e esclarecimento”.
Os socialistas consideram que “é preciso credibilizar a política”, pelo que “é por isso, com enorme preocupação, que acompanhamos estes acontecimentos e confirmamos, com evidências, o desnorte na condução dos destinos do nosso concelho.”

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Ingressou no jornalismo, em 1989, como colaborador no extinto “Pombal Oeste” que foi pioneiro na modernização tecnológica. Em 1992 foi convidado a integrar a redacção de “O Correio de Pombal”, onde permaneceu até 2001, quando suspendeu a profissão para ser Director de Comunicação e Marketing de um grupo empresarial de dimensão ibérica. Em 2005 regressou ao jornalismo, onde continua, até aos dias de hoje, a aprender. Ao longo destes (largos) anos de actividade, atestados pelo Carteira Profissional obtida em 1996, passou por vários jornais, uns de âmbito regional e outros nacional, onde se inclui o “Jornal de Notícias” e “Público”. Foi convidado a colaborar, de forma regular, com o “Pombal Jornal” onde se produz conteúdos das pessoas para as pessoas.