Meirinhas: Escola de Bebés promove parentalidade aliada à modernidade

0
143

Depois de anunciar um projecto que pretende eleger um “jovem presidente”, com o objectivo de estimular cidadania activa, a Junta de freguesia das Meirinhas volta a inovar, e anunciou a 24 de Outubro, a criação de uma Escola de Bebés para acompanhar o crescente aumento da natalidade, anunciou a edilidade.


Com a criação desta Escola de Bebés, que arrancou com as actividades no sábado passado, 2 de Novembro, “queremos acompanhar o crescente aumento da natalidade desta freguesia, através da promoção de políticas activas de apoio às famílias, disponibilizando em Meirinhas as mais modernas técnicas de desenvolvimento emocional e sensorial”, explica o presidente da Junta, Virgílio Lopes.
A escola vai funcionar semanalmente, nas instalações da antiga escola primária, com “aulas” aos sábados de manhã, sendo “inteiramente dedicada à natalidade e à promoção do bem-estar dos bebés até aos 36 meses”, refere a edilidade, que desta forma pretende “auxiliar as famílias a uma parentalidade mais alinhada com os novos padrões de modernidade educativa”.
Neste sentido, esta iniciativa propõe “entender e respeitar as características de cada etapa que a criança vai atingindo, proporcionando uma actividade recheada de ternura e diversão” para que o desenvolvimento de cada “aluno” aconteça “de forma harmoniosa e equilibrada”, uma vez que “a escola está projectada em consonâncias com as etapas de desenvolvimento do bebé e da criança”, realça, salientando que as “aulas” serão “um momento de partilha de amor, ternura, alegria e diversão entre pais e filhos, aumentando o seu vínculo afectivo”.
De referir que a Escola de Bebés de Meirinhas vai funcionar nas instalações da antiga escola primária, aos sábados de manhã. Os “alunos”, que serão divididos em duas turmas (uma dos 2 aos 12 meses e outra dos 13 aos 36 meses), terão várias “cadeiras”, nomeadamente conto/ poesia, dança, canto, massagem, yoga, hatha yoga e actividades sensoriais.
“Todos os professores possuem formação adequada e prática reconhecida”, sublinha o autarca, adiantando que a propina tem um custo de 25 euros para residentes na freguesia e 30 euros para os alunos não-residentes.