Câmara delimita área de reabilitação urbana para o Seixo – Emporão

0
186

Promover a reabilitação urbana da área, “fomentando a requalificação do tecido edificado, associada ao processo de requalificação urbana do espaço público, incluindo as infra-estruturas, os arruamentos, os passeios e as praças”, é o objectivo da proposta de delimitação da Área de Reabilitação Urbana (ARU) do Seixo – Emporão, aprovada na última reunião da Câmara de Pombal.
A delimitação daquela ARU “inicia uma nova fase, contribuindo para a recuperação do parque edificado, para a revitalização do comércio local, para a captação de novas actividades económicas e para o ‘rehabitar’ daquela zona do aglomerado de Pombal”, refere o documento.
Com aquela iniciativa, serão disponibilizados “benefícios fiscais e incentivos municipais associados a obras de reabilitação do edificado”, pretendendo igualmente “criar as condições necessárias para garantir o acesso ao instrumento financeiro para a reabilitação e revitalização urbanas (IFRRU 2020)”. “Posteriormente, será dado início aos trabalhos subjacentes a operação de reabilitação urbana (ORU), com a definição do tipo de operação e a estratégia ou programa estratégico de reabilitação urbana”, acrescenta a proposta.
Em causa está a delimitação de uma ARU para a zona do Seixo – Emporão, na cidade de Pombal, com uma área de 43,7 hectares, confinada pelos bairros existentes que compreendem a maior parte do edificado degradado; a Norte pelo viaduto Guilherme Santos; a Poente pela rua Quinta dos Pereiras; a Sul pela rua do Choupal e cruzamento de Flandes; a Nascente pela ARU/ORU da zona central da cidade de Pombal, pelo Bairro da Agorreta e rio Arunca.
Com a iniciativa, a autarquia pretende “promover a consolidação e reconversão do espaço delimitado em sede de instrumento de gestão territorial, o qual estabelece como objectivos a prosseguir na execução de unidades operativas de planeamento e gestão, entre outros, a promoção de uma rede de espaços verdes públicos, potenciadores da qualificação do espaço urbano e da vivência urbana, a mitigação do efeito barreira da linha de caminho de ferro do Norte e do IC2 (EN1) e o fortalecimento da vivência e apropriação urbana.”
A delimitação proposta “integra um conjunto edificado que carece de ser intervencionado, para que a identidade daquele aglomerado não sofra descaracterizações, e para que a qualidade de vida da população atinja melhorias significativas, através de uma intervenção integrada no edificado e nos espaços públicos, potenciando assim a sua atractividade”, refere o documento, realçando que “o objectivo primordial consiste em reabilitar o edificado degradado nas zonas dos bairros e do IC2, complementando as intervenções com a criação de equipamentos de utilização colectiva e espaços verdes.”

Partilhar
Artigo anteriorHospital prepara criação de unidade de convalescença
Próximo artigoMuseu particular do Barrocal assinalou um ano
Ingressou no jornalismo, em 1989, como colaborador no extinto “Pombal Oeste” que foi pioneiro na modernização tecnológica. Em 1992 foi convidado a integrar a redacção de “O Correio de Pombal”, onde permaneceu até 2001, quando suspendeu a profissão para ser Director de Comunicação e Marketing de um grupo empresarial de dimensão ibérica. Em 2005 regressou ao jornalismo, onde continua, até aos dias de hoje, a aprender. Ao longo destes (largos) anos de actividade, atestados pelo Carteira Profissional obtida em 1996, passou por vários jornais, uns de âmbito regional e outros nacional, onde se inclui o “Jornal de Notícias” e “Público”. Foi convidado a colaborar, de forma regular, com o “Pombal Jornal” onde se produz conteúdos das pessoas para as pessoas.