ANIVERSÁRIO | ‘Néctar dos Deuses’ servido pel’O Trago

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José da Silva Jordão e a esposa mostraram-se satisfeitos com a adesão a mais este evento da garrafeira

A empresa “O Trago”, que se dedica ao comércio de bebidas realizou, no passado sábado, 8 de Dezembro, o terceiro evento “Portas Abertas”, onde juntou clientes, amigos e fornecedores numa tarde dedicada aos melhores vinhos que se produzem a nível nacional.
“Este é o nosso terceiro evento em Pombal, porque a garrafeira já existe há muito mais tempo”, explica José da Silva Jordão, responsável pela garrafeira. “Fizemos um primeiro e segundo eventos que correram sempre muito bem” e este terceiro encontro “superou as expectativas”, sendo que em todos eles “caprichámos muito na organização”, garante o responsável.
“Somos a empresa, na zona centro, que temos a distribuição de tudo o que de melhor se faz no nosso país, ou seja, fazermos a comercialização daquelas que são as marcas mais conceituadas, como é o caso da Barca Velha, Vale Meão, Pêra Manca, Quinta do Portal, e todos esses produtos de topo”, e revela “ muitas dessas marcas vieram ter connosco, sem que fosse necessário contacta-los, porque já conheciam a empresa e estavam interessados em trabalhar connosco, felizmente para nós”, facto esse que deixa o empresário “muito orgulhoso”.
Pelo espaço passaram centenas de amantes de vinho, que não quiseram perder a oportunidade de experimentar bebidas diferentes, conhecer as tendências do sector e degustar os verdadeiros néctares dos deuses. Para José Carlos Oliveira, visitante, “este é um evento a que já venho desde a primeira edição, e venho por várias razões: primeiro porque aprecio vinhos e depois porque acho que estas iniciativas devem ser apoiadas”, revela.
Para José da Silva Jordão, “estamos a notar, no mercado, que há cada vez mais jovens, ao contrário daquilo que era há uns anos atrás, a consumir vinhos, e a interessar-se pela temática e isso é muito interessante”, e assume que “esta aproximação também tem a ver com o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido, as empresas produtoras e as distribuidoras têm trabalhado em conjunto, em eventos deste género, que servem precisamente para isso: para promover as marcas e para aproximar os jovens do mercado”.
No entanto, o empresário lamenta a “falta de eventos desta natureza no concelho”, e sugere uma “dinâmica entre empresas, e em sintonia com a autarquia, para que no futuro fosse possível realizar iniciativas deste género, mas de maior dimensão e com uma projecção diferente”.

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Nasceu em 1985, estudou Comunicação Social na Escola Superior de Educação de Coimbra e participou num curso de formação em Jornalismo e Crítica Musical. Passa os dias a ouvir música, adora assistir a concertos e sonha viajar pelo mundo com uma mochila às costas.