Junta de freguesia leva teatro aos Vicentes e Charneca

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A quarta edição do ciclo de teatro amador promovido pela Fundação Inatel, em parceria com a Junta de Freguesia de Pombal, vai arrancar no próximo sábado com um espectáculo a realizar no Salão da Capela dos Vicentes. O evento apresenta uma programação descentralizada e pretende ir ao encontro da população e promover os seus espaços culturais.
“Com esta iniciativa, a Junta de Freguesia de Pombal concretiza o compromisso de descentralização e proximidade, contribuindo para a dinamização das aldeias da nossa freguesia com a diversificação das suas actividades culturais”, refere o presidente da autarquia, o social-democrata Pedro Pimpão, sublinhando que os respectivos espectáculos, com entrada gratuita, estarão a cargo de “grupos com tradição no campo do teatro”.
“Quim Pingão e Outros Inúteis” é o título da peça que subirá ao palco, a partir das 21h30 do próximo sábado, nos Vicentes. Trata-se de uma produção do grupo de teatro “O Celeiro”, de Montemor-o-Velho, que resulta de uma adaptação do texto original de Marcio Cleber Trevisano.
Com encenação de Teresa Roxo, será uma comédia com foco num bêbado que supostamente ganha a lotaria e que quer ser presidente da Junta de Freguesia. A partir daí, uma série de acontecimentos levarão, com toda a certeza, a plateia ao riso. Em palco estarão Alexandre Almeida (Quim Pingão/ Bispo), Arménio Paiva (Toino), Gonçalo Pires (Masdé), Cristina Paiva (prostituta/ freira), Mariana Corino (testemunha Jeová), Teresa Roxo (Jaquina), Matilde Pires (apresentadora), Cristina Torres (Tonha/Felizmina). Adriana Santos (menina/ jornalista) e Inês Santos (Ritinha/ jornalista).
Por sua vez, o grupo de teatro “Olimpo”, de Ansião, subirá ao palco da Associação Desportiva e Acção Cultural (ADAC) da Charneca, pelas 21h30 do dia 1 de Dezembro, com a peça “Os Mentirosos”, de autoria de Pedro Ventura Cabral. Uma comédia interpretada pelos actores Ricardo Vinagre e Casimiro Simões, que “satiriza a importância da mentira na manutenção da paz social e do normal funcionamento da sociedade”. Ou seja, “uma sucessão de peripécias provocadas por algumas mentiras, aquelas pequenas mentiras, aparentemente inofensivas que marcam o nosso dia-a-dia, sem causar estragos. Aliás, evitando grandes e irreversíveis estragos”, refere a sinopse da peça.

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Ingressou no jornalismo, em 1989, como colaborador no extinto “Pombal Oeste” que foi pioneiro na modernização tecnológica. Em 1992 foi convidado a integrar a redacção de “O Correio de Pombal”, onde permaneceu até 2001, quando suspendeu a profissão para ser Director de Comunicação e Marketing de um grupo empresarial de dimensão ibérica. Em 2005 regressou ao jornalismo, onde continua, até aos dias de hoje, a aprender. Ao longo destes (largos) anos de actividade, atestados pelo Carteira Profissional obtida em 1996, passou por vários jornais, uns de âmbito regional e outros nacional, onde se inclui o “Jornal de Notícias” e “Público”. Foi convidado a colaborar, de forma regular, com o “Pombal Jornal” onde se produz conteúdos das pessoas para as pessoas.