Festival “De Volta à Praça” une tradição com modernidade

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De Volta à Praça realiza-se no feriado do 1 de Maio, na Praça Marquês de Pombal. O evento conta com a exposição de vários artesãos do concelho, tasquinhas com petiscos apetitosos e folclore no pé.

Diz-se que tradição é tradição, mas por vezes é necessário que as tradições se renovem para dar asas a novas iniciativas, ou pelo menos a novas roupagens. O Festival das Flores, organizado pelo Rancho Típico de Pombal, é um dos exemplos onde a organização juntou a tradição a novos conceitos, e está “De Volta à Praça”, literalmente.
Desta vez a organização é conjunta, entre o Município de Pombal e o Rancho Típico, e decidiu-se que o nome também devia sofrer alterações: de Festival das Flores passou a denominar-se “De Volta à Praça”, e é um evento que junta o tradicional festival de folclore, com gastronomia, e artesanato. Tudo no Praça Marquês de Pombal, a 1 de Maio.
“A ideia desta parceria surgiu muito naturalmente, durante uma reunião”, afirma a vereadora responsável pelo pelouro da Cultura, Ana Gonçalves, “percebemos em conjunto que o festival de folclore, só por si, não atrai tantos curiosos quantos os que já atraiu, por isso resolvemos dar uma nova roupagem ao evento”. Assim, “optámos por convidar dois grupos etnográficos a vir actuar em Pombal”, que se juntam ao anfitrião, o Rancho Típico de Pombal. Mas as alterações não se ficam por aqui, e apesar dos restantes grupos do concelho não actuarem no festival, “vão estar presentes no evento”, conta a responsável: “endereçámos um convite às colectividades para participar no evento com uma ‘barraquinha’ com produtos tradicionais”, por lá vai ser possível saborear produtos endógenos, filhoses caseiras, o café à moda antiga, e outras iguarias típicas.
Para além das duas entidades organizadoras, a organização do evento conta também com apoio do programa Rosa dos Ventos, da CDLS 3G da APEPI. “Esta colaboração também surgiu de forma muito natural”, adianta Ana Gonçalves. O programa Rosa dos Ventos “tem estado a desenvolver várias acções com artesão e artistas do concelho”, na altura existia a ideia fazer uma mostra de trabalhos, por isso nada melhor que juntar todas as entidades e trabalhar em prol de um objectivo comum: “realizar um evento de qualidade, diferenciador e que atraia público a uma das zonas mais queridas da cidade”, a zona histórica.
Desta forma, a organização conseguiu aliar a tradição do folclore, com a gastronomia típica da região, a e modernidade que os artistas concelhios podem trazer ao evento.